FECHADO PARA BALANÇO

"Tirou onda, pois agora quem não quer sou eu…"
Seu Jorge
— Há 5 meses
"Porque eu invento planos só pra te entreter,
Sei que nunca fui perfeito e nem vou ser"
Strike 
— Há 6 meses
"Mesmo sem teu adeus, quem sabe em outra vida
Terei a chance de ter o que é meu, sem outra despedida …"
Strike - Deixo você ir
— há Há 6 meses com 1 nota
#strike  #deixo você ir 

Nosso sexo, minha boca no teu corpo correndo desde o inicio ao fim… 

O por do sol era intenso com você aqui. 

Agora tudo isso são lembranças cinzas. 

Agora tudo não passa de nada 

Todo o sentido de antes ficou perdido 

Tudo o que era sonho hoje é um pesadelo sem fim 

— Há 6 meses
#ofim 
"Amor só existe a dois. Amor sozinho chama-se tristeza."
Caio Augusto Leite.   (via romantizar)

(Fonte: poetaciumenta, via auroriar)

— há Há 6 meses com 79803 notas

Tá duvidando, é? Cuidado 
Que eu te esqueço e você cai do cavalo 
Tá se achando, é? Aproveita 
Que um dia eu te esqueço na gaveta … 

— Há 6 meses
Me fez ficar triste e pensar

final-feliz:

que a minha moradia em sua alma já não existe mais.

Eduardo Alves, indeferindo.

(Fonte: indeferindo)

— há Há 6 meses com 318 notas

Quando eu morrer, quem vai aparecer?!
-Ninguém.

— Há 6 meses
Gnomos não fumam cigarros, cigarros só Verde amarelo..
#euvignomos #eduendes #marijuana #green

Gnomos não fumam cigarros, cigarros só Verde amarelo..
#euvignomos #eduendes #marijuana #green

— há Há 6 meses com 1 nota
#green  #marijuana  #euvignomos  #eduendes 
Como não Amar #frangofritodeverdade #BFC #Brasília #vejabrasilia  #gourmet

Como não Amar #frangofritodeverdade #BFC #Brasília #vejabrasilia #gourmet

— Há 6 meses
#bfc  #vejabrasilia  #gourmet  #frangofritodeverdade  #brasília 
Não importa o quão você mude sua aparência, porque nada disso vai mudar oque eu sinto ♥
#minhadelicia #dozoiverde

Não importa o quão você mude sua aparência, porque nada disso vai mudar oque eu sinto ♥
#minhadelicia #dozoiverde

— Há 6 meses
#dozoiverde  #minhadelicia 
canseidesersardinha:

Ontem eu resolvi dar uma chance para o transporte público de São Paulo.
Na verde foi uma opção -que já estou tendo ultimamente- de depender menos do carro e andar um pouco mais (faz bem para a saúde).
Como tinha um almoço no Berrini e 2 reuniões próximas, resolvi fazer tudo de metrô/trem/caminhando. De carro eu teria levado um bom tempo para chegar nos diferentes lugares (mesmo que próximos) e iria gastar cerca de R$50,00 em estacionamentos.
Tudo foi dando certo, até começar a chuva.
Quando decidi voltar para casa, fiquei cerca de mais de 1h esperando chegar um trem com espaço para entrar (na verdade a média era de 1 trem a cada 20 minutos). E o mais impressionante é que chegava um trem -já lotado- e mesmo assim alguns rapazes ainda conseguiam entrar. As portas acabavam batendo em mochilas, bolsas ou até nas costas de quem não cabia no trem e ficava bloqueando o fechamento delas. Mas em momentos como esse, o povo se ajuda. As pessoas que estavam fora do trem ajudavam a fechar as portas com as mãos e empurravam as costas de quem estava quase caindo do trem na porta. “Pronto… foi mais um trem com milhares de pessoas parecendo sardinha enlatada.”
Depois de 1h surgiu um trem com um pouco de espaço. Na verdade foi um pequeno engano, porque com cerca de 5 pessoas que entraram o trem já estava lotado. Porém, eu tinha um compromisso superimportante e não poderia esperar o próximo -que sabe-se lá quando chegaria- então fiz uma coisa que sempre achei icônica/assustadora, eu fui esse cara que as pessoas empurram para fechar as portas.
Fiquei completamente colado na porta do trem ao lado de Juliana, Fabrício, Ricardo, Graziele, Fernanda e Helton (se não me engano), sei os nomes porque estive tão próximo físicamente que fiquei constrangido de ter assediado - involuntariamente - todos eles e nem ao menos saber o nome de cada um. rs
Passavam-se estações e eu rezava para não ter pessoas como as que vi antes quando esperava o trem… Que chegavam pulando e empurrando quem já estava na porta como eu (às vezes de forma agressiva).
Mas graças a Deus as próximas estações foram tranquilas e só entrou mais uma pessoa para a família do trem da pesada. Como uma pessoa saiu, ficou “elas por elas”. E assim fomos todos até a baldeação com o metrô da linha amarela. Na linha amarela foi mais tranquilo, nada tão lotado quanto o trem e contamos até com ar condicionado.
O engraçado é o que ouvi durante essa jornada:
Um amigo disse ao outro: “Mano, o dia que eu tiver um carro nunca mais vou passar por isso na minha vida. Toda vez a mesma história.”. Um outro senhor disse para o pessoal do seu trabalho: “Maldito dia que resolvi deixar meu carro no estacionamento do metrô. Eu podia estar no carro com o ar condicionado, sozinho, vendo até um DVD.”
Mas sabe o que é mais interessante? 
Eu poderia ser esse cara dentro de um carro, sozinho, ouvindo minha música preferida, com ar condicionado ligado, etc. Mas confesso que eu estaria bem mais estressado com o trânsito, com a chuva, com os motoristas e motoboys imprudentes, etc., do que com tudo que passei para pegar um trem.
Na verdade parece loucura mas não foi nada estressante, pelo contrário, foi divertido e diria até antropológico. Foi muito bacana ver como a população se ajuda em momentos de calamidade, às vezes empurrando as costas de quem não está conseguindo permanecer dentro do trem, outras vezes cantando ou contando coisas engraçadas para alegrar quem está revoltado com a situação. E, acredite ou não, o clima de alegria reinava dentro desses vagões.

canseidesersardinha:

Ontem eu resolvi dar uma chance para o transporte público de São Paulo.

Na verde foi uma opção -que já estou tendo ultimamente- de depender menos do carro e andar um pouco mais (faz bem para a saúde).

Como tinha um almoço no Berrini e 2 reuniões próximas, resolvi fazer tudo de metrô/trem/caminhando. De carro eu teria levado um bom tempo para chegar nos diferentes lugares (mesmo que próximos) e iria gastar cerca de R$50,00 em estacionamentos.

Tudo foi dando certo, até começar a chuva.

Quando decidi voltar para casa, fiquei cerca de mais de 1h esperando chegar um trem com espaço para entrar (na verdade a média era de 1 trem a cada 20 minutos). E o mais impressionante é que chegava um trem -já lotado- e mesmo assim alguns rapazes ainda conseguiam entrar. As portas acabavam batendo em mochilas, bolsas ou até nas costas de quem não cabia no trem e ficava bloqueando o fechamento delas. Mas em momentos como esse, o povo se ajuda. As pessoas que estavam fora do trem ajudavam a fechar as portas com as mãos e empurravam as costas de quem estava quase caindo do trem na porta. “Pronto… foi mais um trem com milhares de pessoas parecendo sardinha enlatada.”

Depois de 1h surgiu um trem com um pouco de espaço. Na verdade foi um pequeno engano, porque com cerca de 5 pessoas que entraram o trem já estava lotado. Porém, eu tinha um compromisso superimportante e não poderia esperar o próximo -que sabe-se lá quando chegaria- então fiz uma coisa que sempre achei icônica/assustadora, eu fui esse cara que as pessoas empurram para fechar as portas.

Fiquei completamente colado na porta do trem ao lado de Juliana, Fabrício, Ricardo, Graziele, Fernanda e Helton (se não me engano), sei os nomes porque estive tão próximo físicamente que fiquei constrangido de ter assediado - involuntariamente - todos eles e nem ao menos saber o nome de cada um. rs

Passavam-se estações e eu rezava para não ter pessoas como as que vi antes quando esperava o trem… Que chegavam pulando e empurrando quem já estava na porta como eu (às vezes de forma agressiva).

Mas graças a Deus as próximas estações foram tranquilas e só entrou mais uma pessoa para a família do trem da pesada. Como uma pessoa saiu, ficou “elas por elas”. E assim fomos todos até a baldeação com o metrô da linha amarela. Na linha amarela foi mais tranquilo, nada tão lotado quanto o trem e contamos até com ar condicionado.

O engraçado é o que ouvi durante essa jornada:

Um amigo disse ao outro: “Mano, o dia que eu tiver um carro nunca mais vou passar por isso na minha vida. Toda vez a mesma história.”. Um outro senhor disse para o pessoal do seu trabalho: “Maldito dia que resolvi deixar meu carro no estacionamento do metrô. Eu podia estar no carro com o ar condicionado, sozinho, vendo até um DVD.”

Mas sabe o que é mais interessante? 

Eu poderia ser esse cara dentro de um carro, sozinho, ouvindo minha música preferida, com ar condicionado ligado, etc. Mas confesso que eu estaria bem mais estressado com o trânsito, com a chuva, com os motoristas e motoboys imprudentes, etc., do que com tudo que passei para pegar um trem.

Na verdade parece loucura mas não foi nada estressante, pelo contrário, foi divertido e diria até antropológico. Foi muito bacana ver como a população se ajuda em momentos de calamidade, às vezes empurrando as costas de quem não está conseguindo permanecer dentro do trem, outras vezes cantando ou contando coisas engraçadas para alegrar quem está revoltado com a situação. E, acredite ou não, o clima de alegria reinava dentro desses vagões.

— há Há 6 meses com 11 notas